sexta-feira, 16 de maio de 2008

Terceiro Encontro: O ensino conjunto da Matemática e da Física, por Jeferson

Quando se assiste uma aula de física nos deparamos com vários cálculos e fórmulas. Quando se assiste uma aula de matemática nos deparamos com vários cálculos e fórmulas... Há saída? Existe alguma forma de trabalharmos a física como ciência (que ela é) e trabalharmos matemática como linguagem universal da ciência?

Essa foi a proposta apresentada nesse encontro. Existe a possibilidade de trabalhar-se em conjunto com física e matemática, mas como foi apresentado, precisa-se de um planejamento sólido e muito apoio. Foi demonstrado em diversos momentos em que a física e a matemática falam do mesmo assunto, com abordagens diferentes, mas que serve para abrir os olhos de quem nunca percebeu. A física se torna de fácil compreensão quando se tem um apoio matemático. Depois desse encontro, quem ainda tinha dúvidas sobre a aplicação da matemática ou sobre a ciência física, deixou para trás suas velhas concepções e assumiu que esse é um projeto ousado, mas formidável.

De tanta coisa que tinha para mostrar-nos, Jéferson prometeu em um outro encontro concluir sua apresentação, essa que pode vir contra anos de planejamentos, mas que revolucionará o ensino.

“A matemática é a linguagem da física. Não faz sentido mantê-las separadas”.

25/04/2008

Segundo Encontro: A Discalculia, por Camila

Todo professor deve saber conhecer os atributos e estratégias de ensino. Assim como deve conhecer todo e qualquer tipo de situação ou dificuldade para alcançar seu objetivo. Uma das irmãs da dificuldade de ensino-aprendizagem é a Discalculia, e ela é muito mais comum do que imaginamos.

Foram apresentadas diversas formas de reconhecer e de até ajudar alguém que tenha essa dificuldade. Pois assim, essa pessoa tornar-se-á um sujeito feliz, já que quem aprende assim se faz. É importante que se aprenda a construção de numeração, de sentidos e da lógica matemática, pois se sabe que vivemos em um mundo de números. Camila já atende e recebe propostas para apresentar essa discussão em escolas, já que é um tema importante e raramente encontra-se pessoas dispostas para discuti-lo.

“Deve ser contemplado no nosso planejamento esse tipo de estratégia para alcançar todos os alunos”.

11/04/2008

Primeiro Encontro: As tecnologias e o ensino, por João

Uma disparidade do que se ensina na escola e o que nos é realmente útil. Foi sobre isso, e sobre o uso de tecnologias alternativas, que João comentou no primeiro Café Matemático. Falou também nos mundos dos jogos virtuais, e principalmente nos on-line, existe todo um mundo econômico a ser explorado. E a matemática se tornaria muito mais interessante e útil.

O fato apresentado foi de que um menino de 9 anos tinha os mesmos valores e métodos de barganha de um rapaz de 39 anos. Graduações, cursos, nada interferiu que cada um deles tivesse consciência do que valiam seus objetos de troca.

“O professor de matemática tem de ser sedutor. Ele precisa instigar a mente de seus alunos e capturá-los naquilo que mais gostam de fazer”.

04/04/2008

terça-feira, 6 de maio de 2008

Café Matemático na Ulbra São Jerônimo!

Logo teremos um resumo de cada encontro do famoso Café Matemático, realizado nas sextas-feiras, na Ulbra São Jerônimo, Rio Grande do Sul.

Lá são tratados assuntos que estão de acordo com a vivência do profissional da área de ciências mas que nem sempre são amplamente abordados pela grade curricular.

Isso é uma resposta ao anseio da comunidade acadêmica.

Compareça! Toda sexta-feira (exceto feriados) das 18 às 19 horas, nas dependências da Ulbra São Jerônimo.

Fique ligado!